Porto, 2007.111.30
POESIA
A SEGUNDA NETA
Nasceu às vinte e um horas a minha neta
Espero que tenha muita sorte e muita saúde
E que seja uma grande mulher; completa
Foi para isso que criei pai o melhor que pude.
Minha querida amiga Sofia, a caminhada
Vai começar hoje... melhor, já começou
Por isso não esperes facilidades em nada
Tudo o que era simples e fácil isso acabou
A partir de agora, é trabalho... e cada vez mais
Os valores da vida a começar a dar sinais
Daquilo que já somos ou que queremos ser..
SOFIA.... pauta a tua vida pelo caminho certo
Que o teu avô certamente estará por perto
De manhã, à noite ... até ao amanhecer.
João Brito Sousa
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
AO "O OLHANENSE"
PORTO, 2007.11.28
POESIA
SENHOR DIRECTOR DO JORNAL “O OLHANENSE”
Muito obrigado por aquilo que diz
Acerca do que escrevi para o jornal
Eu também gostei daquilo que fiz
Pois, para mim OLHÃO é especial
Sou de Faro mas de Olhão tenho
Apreço, simpatia e grande doença
Pela amizade que à cidade mantenho
E pela consideração ao Mário Proença.
Sou do tempo de Escola do Poeira
Que com o Reina os metia na algibeira
Naquelas jogatanas com o BENFICA
Senhor Director aceite por favor
Os cumprimentos deste escrevinhador
Que com os sus encómios fica.
João Brito SOUSA
POESIA
SENHOR DIRECTOR DO JORNAL “O OLHANENSE”
Muito obrigado por aquilo que diz
Acerca do que escrevi para o jornal
Eu também gostei daquilo que fiz
Pois, para mim OLHÃO é especial
Sou de Faro mas de Olhão tenho
Apreço, simpatia e grande doença
Pela amizade que à cidade mantenho
E pela consideração ao Mário Proença.
Sou do tempo de Escola do Poeira
Que com o Reina os metia na algibeira
Naquelas jogatanas com o BENFICA
Senhor Director aceite por favor
Os cumprimentos deste escrevinhador
Que com os sus encómios fica.
João Brito SOUSA
terça-feira, 27 de novembro de 2007
A MINHA POESIA
A MINHA POESIA
A minha poesia é rima e melodia....
É assim que eu a oiço, sinto e vejo!
E se fosse outra coisa não queria
Porque só na poesia assim me revejo.
A minha poesia sou eu e só eu...
E com este eu quero deixar para ti
O esboço de um sonho só meu
Que me ficou desde que te vi...
Quando estiveres para partir
Não digas nada; não quero sentir
Que foi um equívoco tudo isto
E quando te fores embora...
Lembra-te de quanto eu sofro agora
Mas que por amor não desisto!...
João Brito Sousa
A minha poesia é rima e melodia....
É assim que eu a oiço, sinto e vejo!
E se fosse outra coisa não queria
Porque só na poesia assim me revejo.
A minha poesia sou eu e só eu...
E com este eu quero deixar para ti
O esboço de um sonho só meu
Que me ficou desde que te vi...
Quando estiveres para partir
Não digas nada; não quero sentir
Que foi um equívoco tudo isto
E quando te fores embora...
Lembra-te de quanto eu sofro agora
Mas que por amor não desisto!...
João Brito Sousa
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
POESIA
PORTO, 2007.11.23
Ò MEU AMIGO..
Carlinhos.. brinquei todos os jogos de putos contigo...
E ganhavas sempre porque certamente o mereceste
E porque eras mesmo melhor do que eu ó grande amigo
Mas no último jogo com a vida, aparentemente, perdeste.
Carlinhos... como disse o nosso DIOGO TARRETA
Estarás sempre connosco... na alameda ou no laranjal...
Ou noutro lugar .. e como homem de actuação correcta
Que sempre foste.. vais continuar a ser o nosso amigo leal.
E daqui te envio, meu velho camarada e meu grande amigo
Um lamento sincero de não poder estar ainda aí contigo
Mas tem paciência espera aí uns tempinhos que eu já vou ..
E nunca te arrependas de nada do que por cá fizeste
Porque foste um homem, sério, honrado e que mantiveste
Sempre a tua dignidade e onde o deboche nunca entrou.
João Brito Sousa
Ò MEU AMIGO..
Carlinhos.. brinquei todos os jogos de putos contigo...
E ganhavas sempre porque certamente o mereceste
E porque eras mesmo melhor do que eu ó grande amigo
Mas no último jogo com a vida, aparentemente, perdeste.
Carlinhos... como disse o nosso DIOGO TARRETA
Estarás sempre connosco... na alameda ou no laranjal...
Ou noutro lugar .. e como homem de actuação correcta
Que sempre foste.. vais continuar a ser o nosso amigo leal.
E daqui te envio, meu velho camarada e meu grande amigo
Um lamento sincero de não poder estar ainda aí contigo
Mas tem paciência espera aí uns tempinhos que eu já vou ..
E nunca te arrependas de nada do que por cá fizeste
Porque foste um homem, sério, honrado e que mantiveste
Sempre a tua dignidade e onde o deboche nunca entrou.
João Brito Sousa
domingo, 18 de novembro de 2007
POESIA
DOIS MILHÕES
Foi um amigo que me os pediu quando me disse
Óhi, estou desgraçado arranja-me aí dois milhões
E pensei que mesmo sendo uma enorme chatice
Lembrei-me que os amigos são para as ocasiões.
E falei com rapaziada que teria condições
Para se arranjar o dinheiro e enviá-lo ao amigo
Mas cheguei à conclusão que não são dois tostões
O dinheiro que pediste, mas sim dois milhões.
E porque eu tinha a obrigação de arranjar..
Aquilo que me foi solicitado... para enviar
A um amigo verdadeiro sem quaisquer hesitações
Aqui te digo que fiz tudo o que estava à mão
Mas não vi para o caso qualquer solução.
Porque ninguém tem por ai, livres, dois milhões
João Brito Sousa
Foi um amigo que me os pediu quando me disse
Óhi, estou desgraçado arranja-me aí dois milhões
E pensei que mesmo sendo uma enorme chatice
Lembrei-me que os amigos são para as ocasiões.
E falei com rapaziada que teria condições
Para se arranjar o dinheiro e enviá-lo ao amigo
Mas cheguei à conclusão que não são dois tostões
O dinheiro que pediste, mas sim dois milhões.
E porque eu tinha a obrigação de arranjar..
Aquilo que me foi solicitado... para enviar
A um amigo verdadeiro sem quaisquer hesitações
Aqui te digo que fiz tudo o que estava à mão
Mas não vi para o caso qualquer solução.
Porque ninguém tem por ai, livres, dois milhões
João Brito Sousa
sábado, 17 de novembro de 2007
POESIA
PORTO, 2007.11.17
Um poema para um amigo.
O FILHO
O filho que nós fomos buscar à maternidade
È nosso... para sempre.... pensamos nós!.
Mas só é se tiver o nosso apoio em qualquer idade
Primeiro como pais e depois até como avós...
Mas .. será que as coisas são mesmo assim?...
E a liberdade de decidir do filho onde está?...
Se uma vez o filho disser não em vez de sim
Que comportamento terá o Pai e como reagirá?...
O teu filho será sempre o teu melhor amigo
É aquele que te ama respeita e quer estar contigo
É a base do raciocínio para tomares a tua decisão
Mas a vida do filho... para onde é que ela vai.. ?...
Quem decide a direcção e o caminho, o Filho ou o Pai?....
Eu penso que estará no Filho a correcta decisão.
João Brito Sousa
Um poema para um amigo.
O FILHO
O filho que nós fomos buscar à maternidade
È nosso... para sempre.... pensamos nós!.
Mas só é se tiver o nosso apoio em qualquer idade
Primeiro como pais e depois até como avós...
Mas .. será que as coisas são mesmo assim?...
E a liberdade de decidir do filho onde está?...
Se uma vez o filho disser não em vez de sim
Que comportamento terá o Pai e como reagirá?...
O teu filho será sempre o teu melhor amigo
É aquele que te ama respeita e quer estar contigo
É a base do raciocínio para tomares a tua decisão
Mas a vida do filho... para onde é que ela vai.. ?...
Quem decide a direcção e o caminho, o Filho ou o Pai?....
Eu penso que estará no Filho a correcta decisão.
João Brito Sousa
terça-feira, 13 de novembro de 2007
POESIA
ALÓ BRACIAIS
Bom dia ó sítio Braciais!...
Sítio da horta do Ti Carrega
Do meu avô e doutros mais
Braciais que nunca se nega
A ajudar seja quem for
E que lá queira viver ....
Só é preciso ter amor
Ser trabalhador e querer...
Colaborar com aquela malta
Só bons; os outros não fazem falta
Porque já lá temos maus de sobra
Quem vir que venha por bem
Qualquer dia vou eu também
Temos que deixar lá boa obra....
João Brito Sousa
Bom dia ó sítio Braciais!...
Sítio da horta do Ti Carrega
Do meu avô e doutros mais
Braciais que nunca se nega
A ajudar seja quem for
E que lá queira viver ....
Só é preciso ter amor
Ser trabalhador e querer...
Colaborar com aquela malta
Só bons; os outros não fazem falta
Porque já lá temos maus de sobra
Quem vir que venha por bem
Qualquer dia vou eu também
Temos que deixar lá boa obra....
João Brito Sousa
POESIA
ALÓ BRACIAIS!...
Bom dia ó sítio Braciais!...
Sítio da horta do Ti Carrega
Do meu avô e doutros mais
Braciais que nunca se nega
A ajudar seja quem for
E que lá queira viver ....
Só é preciso ter amor
Ser trabalhador e querer...
Colaborar com aquela malta
Só bons; os outros não fazem falta
Porque já lá temos maus de sobra
Quem vir que venha por bem
Qualquer dia vou eu também
Temos que deixar lá boa obra....
Bom dia ó sítio Braciais!...
Sítio da horta do Ti Carrega
Do meu avô e doutros mais
Braciais que nunca se nega
A ajudar seja quem for
E que lá queira viver ....
Só é preciso ter amor
Ser trabalhador e querer...
Colaborar com aquela malta
Só bons; os outros não fazem falta
Porque já lá temos maus de sobra
Quem vir que venha por bem
Qualquer dia vou eu também
Temos que deixar lá boa obra....
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
POESIA
PORTO, 2007.11.12
AFINAL HÁ JUIZ
Afinal há juiz dos Braciais, sim senhor....
E é familiar do Alfredo Diogo... o rapaz.
Agora, lá na terra há mais do que um doutor
Quem diria isso há uns tempos atrás...
Por isso podem ir aos Braciais à vontade !
E apesar de na estrada não haver placas..
Fica o cheiro a laranjeiras e fica a saudade
Da terra de aparentes potencialidades fracas
Porque agora os Braciais tem bons pomares
E tem ainda uma paisagem linda e bons ares
E tem o Zé Raimundo e a horta do meu tio Luís
E tem contabilistas, engenheiros e um gestor
E teve um doutorado que faleceu mas foi Reitor
E agora vejam bem até tem um rapaz que é JUÍZ.
João Brito Sousa
AFINAL HÁ JUIZ
Afinal há juiz dos Braciais, sim senhor....
E é familiar do Alfredo Diogo... o rapaz.
Agora, lá na terra há mais do que um doutor
Quem diria isso há uns tempos atrás...
Por isso podem ir aos Braciais à vontade !
E apesar de na estrada não haver placas..
Fica o cheiro a laranjeiras e fica a saudade
Da terra de aparentes potencialidades fracas
Porque agora os Braciais tem bons pomares
E tem ainda uma paisagem linda e bons ares
E tem o Zé Raimundo e a horta do meu tio Luís
E tem contabilistas, engenheiros e um gestor
E teve um doutorado que faleceu mas foi Reitor
E agora vejam bem até tem um rapaz que é JUÍZ.
João Brito Sousa
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
POESIA
O QUE NÓS QUEREMOS
É SAÚDE!.. Em primeiro lugar saúde...
Inteligência e vontade de trabalhar.
Sempre, para o que no título se alude
Seja digno e não nos faça envergonhar...
Trabalho para todos é o que se pretende
Mas honrado... de outra maneira não!...
Um operário que se preza não se vende
Só estará disponível no campo da razão.
Patrões.... que saibam ser simultaneamente
Operários... essa forma superior de ser gente
É que deveríamos ter na obra e não temos...
O que existe.. é essa coisa horrível e triste
Que são os ditadores de punho em riste
Que não deveria haver é o que queremos.
João Brito Sousa
É SAÚDE!.. Em primeiro lugar saúde...
Inteligência e vontade de trabalhar.
Sempre, para o que no título se alude
Seja digno e não nos faça envergonhar...
Trabalho para todos é o que se pretende
Mas honrado... de outra maneira não!...
Um operário que se preza não se vende
Só estará disponível no campo da razão.
Patrões.... que saibam ser simultaneamente
Operários... essa forma superior de ser gente
É que deveríamos ter na obra e não temos...
O que existe.. é essa coisa horrível e triste
Que são os ditadores de punho em riste
Que não deveria haver é o que queremos.
João Brito Sousa
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
POESIA
MEU CARO AMIGO
Roberto, tu sim, és um poeta, porque
ESCREVES
Palavras lindas que eu tão bem entendo.
E cujo significado e conteúdo bem conheço!...
Roberto... não te vi, mas já te vou conhecendo
Mas não sei se tantas deferências mereço!...
Mas os poetas, amigo... não têm medo ...
De dizer as coisas conforme as sentem!.
E como eu acreditei em ti... bem cedo
É porque sei que os poetas não mentem...
Amizade autêntica para te dar eu tenho..
Tudo o que disse que queria .. mantenho.
E sendo assim não vejo porque não começar.
Primeiramente... tentar entender-nos a nós
E depois alargar o âmbito para não ficarmos sós
E só assim nossos corações pararão de sangrar. .
Com um abraço do
João Brito Sousa
Roberto, tu sim, és um poeta, porque
ESCREVES
Palavras lindas que eu tão bem entendo.
E cujo significado e conteúdo bem conheço!...
Roberto... não te vi, mas já te vou conhecendo
Mas não sei se tantas deferências mereço!...
Mas os poetas, amigo... não têm medo ...
De dizer as coisas conforme as sentem!.
E como eu acreditei em ti... bem cedo
É porque sei que os poetas não mentem...
Amizade autêntica para te dar eu tenho..
Tudo o que disse que queria .. mantenho.
E sendo assim não vejo porque não começar.
Primeiramente... tentar entender-nos a nós
E depois alargar o âmbito para não ficarmos sós
E só assim nossos corações pararão de sangrar. .
Com um abraço do
João Brito Sousa
O JARDIM DO POETA
O JARDIM DO POETA
O local do poeta é num arvoredo de rosas...
Ou noutro lugar em que se deixe apaixonar!...
A vida é com AMOR ... e de curvas perigosas
Por isso só nos resta aprender a caminhar...
O que o poeta quer.. e deseja... é amor...
E com ele deverá transmitir a paz e a beleza
Que transporta nessa indelével por vezes dor
A todos aqueles que querem ter a certeza...
Se nós somos todos iguais.. não somos não!...
Somos conforme a capacidade do nosso coração
Se nos resta ou não alguma coisa para te dar..
Se me procuras estou nas palavras do meu jardim
E lá que me procuro e solto o que há dentro de mim
Mas o resultado é parco e continuo a procurar...
João Brito Sousa
O local do poeta é num arvoredo de rosas...
Ou noutro lugar em que se deixe apaixonar!...
A vida é com AMOR ... e de curvas perigosas
Por isso só nos resta aprender a caminhar...
O que o poeta quer.. e deseja... é amor...
E com ele deverá transmitir a paz e a beleza
Que transporta nessa indelével por vezes dor
A todos aqueles que querem ter a certeza...
Se nós somos todos iguais.. não somos não!...
Somos conforme a capacidade do nosso coração
Se nos resta ou não alguma coisa para te dar..
Se me procuras estou nas palavras do meu jardim
E lá que me procuro e solto o que há dentro de mim
Mas o resultado é parco e continuo a procurar...
João Brito Sousa
terça-feira, 30 de outubro de 2007
LEMBRANÇA
Porto, 2007.10.29
LEMBRANÇA DOS AÇORES
São nove ilhas tão perto... e tão longe...daqui...
Que tanta vontade tenho em nas voltar a visitar.!..
Recordo tua cor e luz quando me cheguei a ti....
E tenho saudades de voltar a ver o teu luar.!.
Porque nos agarras tanto e tanto nos prendes?..
E me fazes pensar que além deste há outro mundo?..
Continuas com o ar senhorial com que te defendes.
De seres mais que umas ilhas nesse mar profundo..
Tu tens muito para nos dar Açores.. e para contar!..
Mas para mim... toda a interrogação está nesse mar
Que te envolve, te rodeia e te beija e te abraça...
Quero perceber a tua relação com o mar e as Lagoas
E depois como te chegaram essas coisas boas..
Para te dizer se sempre vou aí ou não assentar praça....
João Brito Sousa
LEMBRANÇA DOS AÇORES
São nove ilhas tão perto... e tão longe...daqui...
Que tanta vontade tenho em nas voltar a visitar.!..
Recordo tua cor e luz quando me cheguei a ti....
E tenho saudades de voltar a ver o teu luar.!.
Porque nos agarras tanto e tanto nos prendes?..
E me fazes pensar que além deste há outro mundo?..
Continuas com o ar senhorial com que te defendes.
De seres mais que umas ilhas nesse mar profundo..
Tu tens muito para nos dar Açores.. e para contar!..
Mas para mim... toda a interrogação está nesse mar
Que te envolve, te rodeia e te beija e te abraça...
Quero perceber a tua relação com o mar e as Lagoas
E depois como te chegaram essas coisas boas..
Para te dizer se sempre vou aí ou não assentar praça....
João Brito Sousa
AGRADECIMENTO
PORTO, 2007.10.30
Muito obrigado ó malta amiga pelos comentários feitos as meus posts.
Aí vai poesia.
AOS AMIGOS
Tenho alguns... bons...daqueles que nunca falham
Quando preciso deles dou um toque e eles estão lá..
Operacionais... e às vezes são eles que se antecipam
E perguntam - me se estou bem ou o que é que há?...
É o caso agora... um, é amigo de sempre, homem vertical....
Outro...que diz muito apreciar as minhas capacidades!...
Ambos surgiram no blogue e dele não disseram mal
Deixaram dito ambos que o blogue tem possibilidades
De através dos temas que lá coloco dizer quem sou
O que quero, o que penso do mundo e para onde vou
E eu fico satisfeito com a leitura e tenho vaidade...
Porque um homem sem amigos é um homem pobre
Mesmo o homem mais rico do mundo que dele sobre
Tudo.. se não tem amigos... é porque não tem verdade...
João Brito Sousa
Muito obrigado ó malta amiga pelos comentários feitos as meus posts.
Aí vai poesia.
AOS AMIGOS
Tenho alguns... bons...daqueles que nunca falham
Quando preciso deles dou um toque e eles estão lá..
Operacionais... e às vezes são eles que se antecipam
E perguntam - me se estou bem ou o que é que há?...
É o caso agora... um, é amigo de sempre, homem vertical....
Outro...que diz muito apreciar as minhas capacidades!...
Ambos surgiram no blogue e dele não disseram mal
Deixaram dito ambos que o blogue tem possibilidades
De através dos temas que lá coloco dizer quem sou
O que quero, o que penso do mundo e para onde vou
E eu fico satisfeito com a leitura e tenho vaidade...
Porque um homem sem amigos é um homem pobre
Mesmo o homem mais rico do mundo que dele sobre
Tudo.. se não tem amigos... é porque não tem verdade...
João Brito Sousa
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
POESIA
PORTO, 2007.10.29
Um bom fim de semana
UMA BOA SEMANA
Hoje é o primeiro dia dela e como ele começar.
Vai determinar todo o andamento deste cinco dias.
Faz tudo o que tens a fazer em primeiro lugar
Agora, liberto disso, acalma-te e nada de correrias
Ou então faz como aquele amigo que faz assim:
Está complicado o assunto... o é que vou fazer?..
Vou mas é deitar-me um bocado porque no fim
Tudo, mas tudo.. mal ou bem se há-de resolver.
Ou como aquele que chamou gatuno ao bancário
Que lhe foi exigir pagamento.. ó seu ordinário
Então estou eu a dormir a pensar na melhor maneira
De lhe arranjar o dinheiro para lhe pagar
E o senhor não é de modas vem-me cá chatear
Pois...não leva agora e terá de esperar a vida inteira.
João Brito Sousa
Um bom fim de semana
UMA BOA SEMANA
Hoje é o primeiro dia dela e como ele começar.
Vai determinar todo o andamento deste cinco dias.
Faz tudo o que tens a fazer em primeiro lugar
Agora, liberto disso, acalma-te e nada de correrias
Ou então faz como aquele amigo que faz assim:
Está complicado o assunto... o é que vou fazer?..
Vou mas é deitar-me um bocado porque no fim
Tudo, mas tudo.. mal ou bem se há-de resolver.
Ou como aquele que chamou gatuno ao bancário
Que lhe foi exigir pagamento.. ó seu ordinário
Então estou eu a dormir a pensar na melhor maneira
De lhe arranjar o dinheiro para lhe pagar
E o senhor não é de modas vem-me cá chatear
Pois...não leva agora e terá de esperar a vida inteira.
João Brito Sousa
domingo, 28 de outubro de 2007
POEMA
PENSAMENTO
És tu que me guias ó meu amigo...
A lei é compartilhar!...
Como é que eu sei que estás comigo
Se não me vens visitar?...
Gostava que viesses e dissesses
Não vales nada não tens nada de talento ..
Não me importaria se o fizesses
É o teu pensamento.
Procuro por ele, por esse talento
Que não veio, não me acompanhou
Mas faço por estar atento
E saber se o mundo acabou.
O mundo ... onde está ele metido?
Quer ou não colaborar?...
O Mundo não faz sentido
Vamos todos cantar....
COOPERAR... COOPERAR
E venham ver as gaivotas
a sair do mar ...
João Brito Sousa
És tu que me guias ó meu amigo...
A lei é compartilhar!...
Como é que eu sei que estás comigo
Se não me vens visitar?...
Gostava que viesses e dissesses
Não vales nada não tens nada de talento ..
Não me importaria se o fizesses
É o teu pensamento.
Procuro por ele, por esse talento
Que não veio, não me acompanhou
Mas faço por estar atento
E saber se o mundo acabou.
O mundo ... onde está ele metido?
Quer ou não colaborar?...
O Mundo não faz sentido
Vamos todos cantar....
COOPERAR... COOPERAR
E venham ver as gaivotas
a sair do mar ...
João Brito Sousa
POEMA
PORTO, 2007.10.28
Ao poeta que chora.
A POESIA
Faz parte da minha vida .. transporta-me...
Para sítios e locais belos e distantes !...
Nela, o silêncio existe e a respiração corta-se-me
Porque o agora não é igual ao que era dantes.!...
A poesia é o caminho a direcção, o sinal...
Que nos alberga como a Mãe ao seu menino.
E leva-nos nas asas do vento para o tal local
Que Deus disse ser o local do nosso destino....
Poesia é construir o nosso futuro agora!...
É dizer a nós próprios que um Homem não chora
É lutar com ela contra a ditadura e a tirania
Um poeta é aquele que não desmerece e vence.!..
E apenas com a ajuda das palavras convence
Que a melhor arma para se vencer é a poesia....
João Brito Sousa
Ao poeta que chora.
A POESIA
Faz parte da minha vida .. transporta-me...
Para sítios e locais belos e distantes !...
Nela, o silêncio existe e a respiração corta-se-me
Porque o agora não é igual ao que era dantes.!...
A poesia é o caminho a direcção, o sinal...
Que nos alberga como a Mãe ao seu menino.
E leva-nos nas asas do vento para o tal local
Que Deus disse ser o local do nosso destino....
Poesia é construir o nosso futuro agora!...
É dizer a nós próprios que um Homem não chora
É lutar com ela contra a ditadura e a tirania
Um poeta é aquele que não desmerece e vence.!..
E apenas com a ajuda das palavras convence
Que a melhor arma para se vencer é a poesia....
João Brito Sousa
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
POESIA
CHEGOU A HORA...
De festejar os mil visitantes ao meu espaço...
A esse local onde as minhas emoções expresso...
Porque é aí que as coisas que eu mais gosto faço
E é a escrever que melhor me sinto e reconheço...
Faço isto por amor e dou a esse espaço o melhor
Que sei, que tenho; dentro e fora de mim!...
O meu dia só quando escrevo começa a ter cor
Só me sinto realizado e bem disposto estando assim...
A escrever para mim e para os que me procuram..
Para todos aqueles amigos que não descuram
A procura dos meu versos a todos os instantes...
Silabicamente, a minha poesia estará correcta ou não?!..
Mas penso haver poesia nos versos que aí estão
E que estão à disposição do meu milhar de visitantes.
João Brito Sousa.
De festejar os mil visitantes ao meu espaço...
A esse local onde as minhas emoções expresso...
Porque é aí que as coisas que eu mais gosto faço
E é a escrever que melhor me sinto e reconheço...
Faço isto por amor e dou a esse espaço o melhor
Que sei, que tenho; dentro e fora de mim!...
O meu dia só quando escrevo começa a ter cor
Só me sinto realizado e bem disposto estando assim...
A escrever para mim e para os que me procuram..
Para todos aqueles amigos que não descuram
A procura dos meu versos a todos os instantes...
Silabicamente, a minha poesia estará correcta ou não?!..
Mas penso haver poesia nos versos que aí estão
E que estão à disposição do meu milhar de visitantes.
João Brito Sousa.
terça-feira, 23 de outubro de 2007
POESIA
PORTO, 2007.10.21
ESCREVER
É uma necessidade que sinto ter de fazer.
E que sinto me ajuda a ser melhor pessoa....
E porque é isso mesmo o que eu quero ser
Sinto orgulhoso em possuir essa coisa boa.
Que é a vontade e necessidade de expressar
O desacordo que há entre mim e a humanidade
Porque eu gostava que pudéssemos mostrar
Que entre todos nós haveria solidariedade...
Camarada sim... por que não... qual é o mal?..
Não se assustem amigos.. o homem é igual ..
Seja o caminho comum o certo e o da verdade
Um homem que se preza terá de ser honrado...
Na sua caminhada isso terá de ser procurado
Não interessa a ideologia mas a igualdade....
ESCREVER
É uma necessidade que sinto ter de fazer.
E que sinto me ajuda a ser melhor pessoa....
E porque é isso mesmo o que eu quero ser
Sinto orgulhoso em possuir essa coisa boa.
Que é a vontade e necessidade de expressar
O desacordo que há entre mim e a humanidade
Porque eu gostava que pudéssemos mostrar
Que entre todos nós haveria solidariedade...
Camarada sim... por que não... qual é o mal?..
Não se assustem amigos.. o homem é igual ..
Seja o caminho comum o certo e o da verdade
Um homem que se preza terá de ser honrado...
Na sua caminhada isso terá de ser procurado
Não interessa a ideologia mas a igualdade....
sábado, 20 de outubro de 2007
A VIDA E A FE
PORTO, 2007.10.20
A VIDA E A FÉ
Hoje estou com pouca fé ... talvez mesmo nada!
Há dias assim. Dizemos cá para nós.. hoje não.
Vejo no mundo desconfiança e iss não me agrada
E não vejo ninguém com essa preocupação....
De perceber as coisas e tentar ensinar sobre
Tudo aquilo que eventualmente esteja mal ...
E saber o que pensa disto o camarada pobre
Que, lá no fundo, é o que percebe, disto afinal.
O panorama internacional é miserável e triste
Vejo-os à porrada uns aos outros e ninguém desiste
De parar com essa doideira de tão pouco agrado...
È o ambiente cada vez mais ao contrário do correcto
É trocar tudo dizendo ângulo agudo quando ele é recto
E é esta a nossa triste sina é este o nosso triste fado....
João Brito Sousa
A VIDA E A FÉ
Hoje estou com pouca fé ... talvez mesmo nada!
Há dias assim. Dizemos cá para nós.. hoje não.
Vejo no mundo desconfiança e iss não me agrada
E não vejo ninguém com essa preocupação....
De perceber as coisas e tentar ensinar sobre
Tudo aquilo que eventualmente esteja mal ...
E saber o que pensa disto o camarada pobre
Que, lá no fundo, é o que percebe, disto afinal.
O panorama internacional é miserável e triste
Vejo-os à porrada uns aos outros e ninguém desiste
De parar com essa doideira de tão pouco agrado...
È o ambiente cada vez mais ao contrário do correcto
É trocar tudo dizendo ângulo agudo quando ele é recto
E é esta a nossa triste sina é este o nosso triste fado....
João Brito Sousa
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
POEMA
Porto, 2007.10.15
MÃE
Como é duro ficar sem ti!.... É mais que ficar triste...
É não saber nada de nada; nem para onde ir ou ficar!...
Procuro-te Mãe ..mas o amor que me davas não existe
Neste mundo de agora ninguém tem nada para dar..
Mas tu davas-me sempre, Mãe… lembras-te daquele Natal
Que pensava não tinhas nada para me dar e tudo me deste...
E quando eu fui à chaminé de manhãzinha ...pude ver afinal
Que tinhas muito para me dar... mas o que tu não soubeste
É que eu beijei as batatas e os sabugos que me ofereceste
Como se fossem elas as prendas mais lindas que tu me deste
E obriguei o meu coração a dizer-te, Mãe.. muito obrigado..
E porque não fui o filho que deveria...venho-te hoje dizer
Que quero me perdoes alguma garotice que te fiz sem querer
Mãe, é muito difícil viver aqui sem te ter a ti a meu lado.
João Brito Sousa
MÃE
Como é duro ficar sem ti!.... É mais que ficar triste...
É não saber nada de nada; nem para onde ir ou ficar!...
Procuro-te Mãe ..mas o amor que me davas não existe
Neste mundo de agora ninguém tem nada para dar..
Mas tu davas-me sempre, Mãe… lembras-te daquele Natal
Que pensava não tinhas nada para me dar e tudo me deste...
E quando eu fui à chaminé de manhãzinha ...pude ver afinal
Que tinhas muito para me dar... mas o que tu não soubeste
É que eu beijei as batatas e os sabugos que me ofereceste
Como se fossem elas as prendas mais lindas que tu me deste
E obriguei o meu coração a dizer-te, Mãe.. muito obrigado..
E porque não fui o filho que deveria...venho-te hoje dizer
Que quero me perdoes alguma garotice que te fiz sem querer
Mãe, é muito difícil viver aqui sem te ter a ti a meu lado.
João Brito Sousa
domingo, 14 de outubro de 2007
COMO O TEMPO CORRE
PORTO, 2007.10.14
O TEMPO CORRE
Não dou pelo tempo que passa...
Quando dou por mim já passou!..
Esgota-se o tempo e por graça
Procuro por mim e cá estou.
Gostei e gosto da vida
Passei a vida a trabalhar..
Tenho tanto que fazer nesta “lida”
Não sei por onde me hei-de voltar.
Ó Moços dessa juventude
Se estão espera que isto mude
Muito tempo têm de esperar.
Mas se não se mexe é pior.
Façamos qualquer coisa sim senhor
Ninguém precisa de mandar.
João Brito Sousa
O TEMPO CORRE
Não dou pelo tempo que passa...
Quando dou por mim já passou!..
Esgota-se o tempo e por graça
Procuro por mim e cá estou.
Gostei e gosto da vida
Passei a vida a trabalhar..
Tenho tanto que fazer nesta “lida”
Não sei por onde me hei-de voltar.
Ó Moços dessa juventude
Se estão espera que isto mude
Muito tempo têm de esperar.
Mas se não se mexe é pior.
Façamos qualquer coisa sim senhor
Ninguém precisa de mandar.
João Brito Sousa
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
ANIVERSÁRIO DE UM AMIGO
PORTO, 2007.10.12
Ao meu amigo JOÃO PATULEIA que fez anos e eu não soube.
MEU CARO JOÃO,
Conheci o teu pai a jogar à manilha com o Mestre Bernardino, com o Ti Sebastião Apolo e com o Ti Alexandre aos domingos à noite na Sociedade Agricultora do Patacão. Não me lembro se conheci a tua Mãe mas sou da geração do teu irmão e somos amigos.
A ti, que és mais novo, conheci-te quando passava à tua porta com o carro e a mula e ia regar o milho à hortinha da Mercedes do Joaquim Ladeira. Velhos tempos...
Tenho por ti uma enorme consideração e amizade o que aliás toda a gente que te conhece tem. Porque tu es um HOMEM BOM.
Aceita um abraço de parabéns pelo teu aniversário e toda a minha amizade, expressa neste soneto que tenho a mania que sei fazer.
A UM AMIGO QUE FEZ ANOS DE VIDA
João, foste sempre um exemplo prá malta..
Por isso eras tu sempre o nosso capitão!...
E continuas a sê-lo sempre que faça falta
Porque ainda és a referência do Patacão....
Vejo toda a gente gostar de ti e respeitar-te...
Porque tu és um bom amigo e grande homem.
Por isso, meu caro, nunca deixes de apresentar-te.
Com a boa disposição que o homem bom tem...
Meu velho amigo João o que é que há a fazer?
Entre nós só quero uma coisa : amizade até morrer
E em nome da malta quero- te dizer que desejamos....
Que continues a festejar com a família o teu dia
Que sejas feliz e que a vida a ti e aos teus sorria
Porque tu és um Homem bom que todos gostamos.
João Brito Sousa
Ao meu amigo JOÃO PATULEIA que fez anos e eu não soube.
MEU CARO JOÃO,
Conheci o teu pai a jogar à manilha com o Mestre Bernardino, com o Ti Sebastião Apolo e com o Ti Alexandre aos domingos à noite na Sociedade Agricultora do Patacão. Não me lembro se conheci a tua Mãe mas sou da geração do teu irmão e somos amigos.
A ti, que és mais novo, conheci-te quando passava à tua porta com o carro e a mula e ia regar o milho à hortinha da Mercedes do Joaquim Ladeira. Velhos tempos...
Tenho por ti uma enorme consideração e amizade o que aliás toda a gente que te conhece tem. Porque tu es um HOMEM BOM.
Aceita um abraço de parabéns pelo teu aniversário e toda a minha amizade, expressa neste soneto que tenho a mania que sei fazer.
A UM AMIGO QUE FEZ ANOS DE VIDA
João, foste sempre um exemplo prá malta..
Por isso eras tu sempre o nosso capitão!...
E continuas a sê-lo sempre que faça falta
Porque ainda és a referência do Patacão....
Vejo toda a gente gostar de ti e respeitar-te...
Porque tu és um bom amigo e grande homem.
Por isso, meu caro, nunca deixes de apresentar-te.
Com a boa disposição que o homem bom tem...
Meu velho amigo João o que é que há a fazer?
Entre nós só quero uma coisa : amizade até morrer
E em nome da malta quero- te dizer que desejamos....
Que continues a festejar com a família o teu dia
Que sejas feliz e que a vida a ti e aos teus sorria
Porque tu és um Homem bom que todos gostamos.
João Brito Sousa
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
MATO E MORRO
MATO E MORRO de João Fernandes editado pela Prefácio
Acabei de ler o MATO e MORRO do João Fernandes a quem dedico este soneto.
MATA E MORRO
O título do livro é sugestivo e concordo com ele....
Na guerrilha... as coisas passam-se como se diz aqui.!
Ou tens coragem para matar, disparas e salvas a pele,
Ou morres porque o inimigo dispara logo sobre ti. ...
E é este aspecto que está claramente narrado na obra...
Para a guerrilha fazer, lê o livro não vás à tropa... não...
Com a leitura dele ficas com preparação até de sobra ...
Para te defenderes a ti e aos teus camaradas dessa missão!
Aspectos de liderança e factor surpresa, o livro contem
E lê-lo é querer saber já o que na página seguinte vem
Porque o autor nos arrasta e o livro está bem escrito...
Clareza de ideias, ritmo e melodia.... tudo isto existe
E estou convencido que a livros destes ninguém resiste
E é isso que depois de o ter lido aos amigos tenho dito.
João Brito Sousa
Acabei de ler o MATO e MORRO do João Fernandes a quem dedico este soneto.
MATA E MORRO
O título do livro é sugestivo e concordo com ele....
Na guerrilha... as coisas passam-se como se diz aqui.!
Ou tens coragem para matar, disparas e salvas a pele,
Ou morres porque o inimigo dispara logo sobre ti. ...
E é este aspecto que está claramente narrado na obra...
Para a guerrilha fazer, lê o livro não vás à tropa... não...
Com a leitura dele ficas com preparação até de sobra ...
Para te defenderes a ti e aos teus camaradas dessa missão!
Aspectos de liderança e factor surpresa, o livro contem
E lê-lo é querer saber já o que na página seguinte vem
Porque o autor nos arrasta e o livro está bem escrito...
Clareza de ideias, ritmo e melodia.... tudo isto existe
E estou convencido que a livros destes ninguém resiste
E é isso que depois de o ter lido aos amigos tenho dito.
João Brito Sousa
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
UM ABRAÇO PARA A LUNDA NORTE
Cheguei a Luanda em 12 Fevereiro de 1984...
E no dia que atacaram o Cafunfo cheguei eu à Lunda Norte
Naquele tempo... chegar era uma sorte.
Estava lá um Engenheiro Geólogo do Patacão
Filho da professora Feliciana que morava em frente ao Julião
E que dava aulas em Santa Bárbara de Nexe
E que foi na marcha com a filha e correu tudo bem...
Não morreu ninguém....
Mentira
Morreu o Engenheiro com diabetes.. já não tinha insolina
De resto foram anos mais ou menos.. mais menos que mais.
A nossa salvação foi o Zé Manta e a Isabel que davam café à malta
E tudo o resto que nos fazia falta...
E como o Zé era um exímio jogador de ténis
Pelo menos ganhava a todos com o seu jogo carregado de beleza..
Era por isso o melhor deles todos de certeza...
Uma vez ainda fui árbitro dessa coisa...havia uma cadeira ao fundo
E o Mário Freitas disse-me.. senta-te além e vê se a bola vai fora
Foi num dia que estava lá o Dr. Craveiro... um bom homem
Eu não vi bola nenhuma ir fora.... só via o Filipe aos coices
O maior espectáculo do mundo era ver jogar o Filipe que não jogava um corno.
Estava a malta na varanda da má língua e passava o Filipe....
Equipado a rigor... todo de branco e todo engraxado
Parecia uma puta... .
Ó Filipe .. onde é que vais ó canzil?:... e o Filipe moita… .
Nessa noite o Filipe ia trocar no court umas bolas com o Zé Manta
E a malta, depois do Filipe passar ... íamos ver o treino.... e o Filipe gritou logo
Ou vocês estão aqui calados ou eu não jogo...
A primeira bola vem .. e o Filipe devolve com toda a sua intuição
De tal modo que a bola foi parar à casa da Administração..
Mas o Filipe não desistia ... e dizia para o Manta... Zé manda outra
Que agora é que é ... mas nunca era...
E a gente atacava o Filipe ... ele parecia uma fera
Roncava que nem um cão...
E a puta da bola ia sempre parar à Administração...
Nunca mais o vi...
A Isabel Manta chamava-nos por nomes de grandes tenistas:
Eu era o alemão Becker, o sardento e russo... como o Filipe
A quem a Isabel chamava o grande Biorne Borge
E o Filipe dizia ao Zé Manta que lhe ia ganhar
E, continuava, amanhã de manhã vou treinar
Quero te ganhar....
O bom era quando ia também o Rosa MARQUES
Dava cabo da cabeça do Filipe.
O ROSA MARQUES era o guarda redes de futebol na piscina
Ele é que escolhia a linha... chamava logo o Teixeira... que era um caceteiro do catano
Eu jogava quase sempre do lado do Chainho, um alentejano de Beja
Que trabalhava nos armazéns e chamava corno ao Caeiro RAMOS
Ou era ao contrário....
Eram touradas atrás de touradas.
Para a porrada estava lá o Carvalho
Bom... eu também dava... uma vez apliquei uma cacetada no Coelho
Que ele foi de pantanas ... de tal modo foi que o Coelho que era
Um rapaz encantador.... a queixar me disse... ó Brito vai-te foder....
Isto assim não pode ser...
E eu disse.. Coelho amigo... o povo está contigo.
O João GOMES e o Xico COUCEIRO
Este último um bom caceteiro
O João era cerebral
Tinha um futebol de passe corrido ... genial.
O JOÃO ALMEIDA do Miranda e do LOPES de Estarreja...
Que já faleceu....
Bom homem que morreu
E o MANUEL MACHADO e o BARBOSA dos computadores....
O Chefe de Gabinete da Contabilidade e o adjunto
Malta valente que me ajudaram tanto!..
O LUÍS COIMBRA e o Dr. AZENHA MOÇO
Que à chegada ao Hospital de ANDRADA
Dei-lhe logo trabalho... parti os dedos do pé esquerdo com a porrada
Que dei no Coelho
Hoje ilustre presidente da Câmara de Odemira....
E não posso deixar de recordar aqui ... o meu grande amigo e cirurgião
O Dr. CARLOS de SOUSA
Que era comuna e não queria que eu falasse de doenças....
E eu dizia-lhe... Carlos, vamos falar de doenças só até aquele Volksvagen
E havia ainda a equipa maravilha...
Que muito tem para contar.
Eram sete:
LUÍS ROCHA (ainda lá está), SOUSA DUARTE, JOAQUIM GLÓRIA, VICENTE , ALVES, MANEL RODRIGUES e... ficou tudo na mesma.
Falta alguém escrever esta história...
Eu vou escrever a minha.
Lunda norte ... hei-de voltar a ti....
João Brito Sousa
E no dia que atacaram o Cafunfo cheguei eu à Lunda Norte
Naquele tempo... chegar era uma sorte.
Estava lá um Engenheiro Geólogo do Patacão
Filho da professora Feliciana que morava em frente ao Julião
E que dava aulas em Santa Bárbara de Nexe
E que foi na marcha com a filha e correu tudo bem...
Não morreu ninguém....
Mentira
Morreu o Engenheiro com diabetes.. já não tinha insolina
De resto foram anos mais ou menos.. mais menos que mais.
A nossa salvação foi o Zé Manta e a Isabel que davam café à malta
E tudo o resto que nos fazia falta...
E como o Zé era um exímio jogador de ténis
Pelo menos ganhava a todos com o seu jogo carregado de beleza..
Era por isso o melhor deles todos de certeza...
Uma vez ainda fui árbitro dessa coisa...havia uma cadeira ao fundo
E o Mário Freitas disse-me.. senta-te além e vê se a bola vai fora
Foi num dia que estava lá o Dr. Craveiro... um bom homem
Eu não vi bola nenhuma ir fora.... só via o Filipe aos coices
O maior espectáculo do mundo era ver jogar o Filipe que não jogava um corno.
Estava a malta na varanda da má língua e passava o Filipe....
Equipado a rigor... todo de branco e todo engraxado
Parecia uma puta... .
Ó Filipe .. onde é que vais ó canzil?:... e o Filipe moita… .
Nessa noite o Filipe ia trocar no court umas bolas com o Zé Manta
E a malta, depois do Filipe passar ... íamos ver o treino.... e o Filipe gritou logo
Ou vocês estão aqui calados ou eu não jogo...
A primeira bola vem .. e o Filipe devolve com toda a sua intuição
De tal modo que a bola foi parar à casa da Administração..
Mas o Filipe não desistia ... e dizia para o Manta... Zé manda outra
Que agora é que é ... mas nunca era...
E a gente atacava o Filipe ... ele parecia uma fera
Roncava que nem um cão...
E a puta da bola ia sempre parar à Administração...
Nunca mais o vi...
A Isabel Manta chamava-nos por nomes de grandes tenistas:
Eu era o alemão Becker, o sardento e russo... como o Filipe
A quem a Isabel chamava o grande Biorne Borge
E o Filipe dizia ao Zé Manta que lhe ia ganhar
E, continuava, amanhã de manhã vou treinar
Quero te ganhar....
O bom era quando ia também o Rosa MARQUES
Dava cabo da cabeça do Filipe.
O ROSA MARQUES era o guarda redes de futebol na piscina
Ele é que escolhia a linha... chamava logo o Teixeira... que era um caceteiro do catano
Eu jogava quase sempre do lado do Chainho, um alentejano de Beja
Que trabalhava nos armazéns e chamava corno ao Caeiro RAMOS
Ou era ao contrário....
Eram touradas atrás de touradas.
Para a porrada estava lá o Carvalho
Bom... eu também dava... uma vez apliquei uma cacetada no Coelho
Que ele foi de pantanas ... de tal modo foi que o Coelho que era
Um rapaz encantador.... a queixar me disse... ó Brito vai-te foder....
Isto assim não pode ser...
E eu disse.. Coelho amigo... o povo está contigo.
O João GOMES e o Xico COUCEIRO
Este último um bom caceteiro
O João era cerebral
Tinha um futebol de passe corrido ... genial.
O JOÃO ALMEIDA do Miranda e do LOPES de Estarreja...
Que já faleceu....
Bom homem que morreu
E o MANUEL MACHADO e o BARBOSA dos computadores....
O Chefe de Gabinete da Contabilidade e o adjunto
Malta valente que me ajudaram tanto!..
O LUÍS COIMBRA e o Dr. AZENHA MOÇO
Que à chegada ao Hospital de ANDRADA
Dei-lhe logo trabalho... parti os dedos do pé esquerdo com a porrada
Que dei no Coelho
Hoje ilustre presidente da Câmara de Odemira....
E não posso deixar de recordar aqui ... o meu grande amigo e cirurgião
O Dr. CARLOS de SOUSA
Que era comuna e não queria que eu falasse de doenças....
E eu dizia-lhe... Carlos, vamos falar de doenças só até aquele Volksvagen
E havia ainda a equipa maravilha...
Que muito tem para contar.
Eram sete:
LUÍS ROCHA (ainda lá está), SOUSA DUARTE, JOAQUIM GLÓRIA, VICENTE , ALVES, MANEL RODRIGUES e... ficou tudo na mesma.
Falta alguém escrever esta história...
Eu vou escrever a minha.
Lunda norte ... hei-de voltar a ti....
João Brito Sousa
POESIA PARA O PATACÃO
PORTO, 2007.10.09
Para o JOÃO PATULEIA que é mais que um amigo.
NUNCA VI IGUAL!...
João, melhor... João Patuleia ou meu querido amigo ...
Não sei como a ti me dirigir; és um amigo e mais nada!
Mas quero que saibas que foi bom ter estado contigo.
Aí a tomar café com o Zé Marques a mulher e a cunhada.
João, honradamente te quero dizer... que de nós todos
Foste um dos de maior estaleca que eu vi em competição.
A defesa direito, a central a avançado era energia a rodos
Foste o melhor de sempre no Sporting Clube do Patacão..
E foste tu que chamavas de Di Stefano ao grande Lili
Que chamavas Carvalho ao Horácio carteiro que eu bem vi,
Deixa lá ... somos todos amigos e nada disso nos fez mal!...
Mas agora a ti meu velho, que vens dos PATULEIAS...
Que tudo resolveste no futebol do Patacão com as tuas ideias
Quero-te dizer que foste o campeão que nunca vi igual...
João Brito Sousa
Para o JOÃO PATULEIA que é mais que um amigo.
NUNCA VI IGUAL!...
João, melhor... João Patuleia ou meu querido amigo ...
Não sei como a ti me dirigir; és um amigo e mais nada!
Mas quero que saibas que foi bom ter estado contigo.
Aí a tomar café com o Zé Marques a mulher e a cunhada.
João, honradamente te quero dizer... que de nós todos
Foste um dos de maior estaleca que eu vi em competição.
A defesa direito, a central a avançado era energia a rodos
Foste o melhor de sempre no Sporting Clube do Patacão..
E foste tu que chamavas de Di Stefano ao grande Lili
Que chamavas Carvalho ao Horácio carteiro que eu bem vi,
Deixa lá ... somos todos amigos e nada disso nos fez mal!...
Mas agora a ti meu velho, que vens dos PATULEIAS...
Que tudo resolveste no futebol do Patacão com as tuas ideias
Quero-te dizer que foste o campeão que nunca vi igual...
João Brito Sousa
terça-feira, 9 de outubro de 2007
A CAUSA REPUBLICANA
PORTO, 2007.10.09
A CAUSA REPUBLICANA
Vai terminar a Monarquia e outro regime vai surgir...
Com o propósito inicial de resolver todos os problemas
Agora a política será de todos e, pessoal, está no ir...
Nunca mais ser mandado; quero o povo sem algemas.!....
Vamos todos trabalhar em conjunto... era a grande ideia
Mesmo que não gostes vem, junta o teu ideal ao nosso.
No fundo queremos todos ter pequeno almoço e ceia
Sem isso, caro amigo, viver, nem tu podes nem eu posso!
Seja qual for o nome da causa apenas interessa a causa
E pensemos todos nisso seguindo-se depois uma pausa
Para que juntos reflictamos e concluamos do serviço,
Temos obrigação de dar à vida uma clara unicidade
De pôr nela todo o nosso empenho e responsabilidade
E assim reivindico de todos o melhor esforço para isso
João Brito Sousa
A CAUSA REPUBLICANA
Vai terminar a Monarquia e outro regime vai surgir...
Com o propósito inicial de resolver todos os problemas
Agora a política será de todos e, pessoal, está no ir...
Nunca mais ser mandado; quero o povo sem algemas.!....
Vamos todos trabalhar em conjunto... era a grande ideia
Mesmo que não gostes vem, junta o teu ideal ao nosso.
No fundo queremos todos ter pequeno almoço e ceia
Sem isso, caro amigo, viver, nem tu podes nem eu posso!
Seja qual for o nome da causa apenas interessa a causa
E pensemos todos nisso seguindo-se depois uma pausa
Para que juntos reflictamos e concluamos do serviço,
Temos obrigação de dar à vida uma clara unicidade
De pôr nela todo o nosso empenho e responsabilidade
E assim reivindico de todos o melhor esforço para isso
João Brito Sousa
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
AMIGO PROENÇA
Porto, 2007.10.08
Ao Mário Proença Leonardo
FORÇA MEU GRANDE AMIGO PROENÇA
Ainda não tive a honra nem o grato prazer...
De ter estado com o Mário em qualquer lugar.
Mas aprecio a sua sinceridade e o enorme querer
Que vem manifestando em comigo dialogar...
Falamos sobre todos os assuntos... sim senhor!...
Começamos ocasionalmente com o futebol paixão...
E vim a saber que o Proença também é escritor
Mas diz-me agora que está num momento não....
Mário... hombre...ouve bem o que eu te digo...
A depressão que falas não poderá conviver contigo
Porque é um monstro parecido com uma doença ...
Mais uma vez te peço que no que te digo medites
E se de mim algo precisares, já sabes, não hesites
E daqui te digo :”força meu grande amigo Proença”...
Ao Mário Proença Leonardo
FORÇA MEU GRANDE AMIGO PROENÇA
Ainda não tive a honra nem o grato prazer...
De ter estado com o Mário em qualquer lugar.
Mas aprecio a sua sinceridade e o enorme querer
Que vem manifestando em comigo dialogar...
Falamos sobre todos os assuntos... sim senhor!...
Começamos ocasionalmente com o futebol paixão...
E vim a saber que o Proença também é escritor
Mas diz-me agora que está num momento não....
Mário... hombre...ouve bem o que eu te digo...
A depressão que falas não poderá conviver contigo
Porque é um monstro parecido com uma doença ...
Mais uma vez te peço que no que te digo medites
E se de mim algo precisares, já sabes, não hesites
E daqui te digo :”força meu grande amigo Proença”...
AO AMIGO ZÉ MARQUES
Porto, 2007.10.08
AO AMIGO ZÉ MARQUES
Velho amigo.... da minha infância e geração...
Homem simples...hoje como foste ontem!
Recordo o teu trabalho nos tractores à campeão...
E foi na companhia deles que te fizeste homem.
Gostei muito de te ver ó grande amigo!...
E foi de tal ordem que não mais vou esquecer
A tua presença e os cafés que tomei contigo
Porque és aquele homem que me encanta ver...
Porque és um amigo que não enganas; és sincero...
E são pessoas como tu que à minha volta quero...
E à sociedade és preciso também podes ter a certeza....
Por isso....grande amigo Marques... homem de bem...
Continua nesse rumo de honradez que não há quem
Não se sinta honrado de se sentar à tua mesa!....
João Brito Sousa
AO AMIGO ZÉ MARQUES
Velho amigo.... da minha infância e geração...
Homem simples...hoje como foste ontem!
Recordo o teu trabalho nos tractores à campeão...
E foi na companhia deles que te fizeste homem.
Gostei muito de te ver ó grande amigo!...
E foi de tal ordem que não mais vou esquecer
A tua presença e os cafés que tomei contigo
Porque és aquele homem que me encanta ver...
Porque és um amigo que não enganas; és sincero...
E são pessoas como tu que à minha volta quero...
E à sociedade és preciso também podes ter a certeza....
Por isso....grande amigo Marques... homem de bem...
Continua nesse rumo de honradez que não há quem
Não se sinta honrado de se sentar à tua mesa!....
João Brito Sousa
domingo, 23 de setembro de 2007
POESIA
PORTO, 2007.09.23
A CARABINA DO AQUILINO
Se ele a usasse era para limpar o cebo ao Salazar
Que nesse tempo era um patife e fazia-nos sofrer
Os mais progressistas mandava-os ele a todos matar....
Era um terror essa desgraçada forma de se viver...
Lá que dava vontade de comprar a carabina, dava...
Porque a situação era de grande aperto de cinto.
E de entre os políticos ninguém se encontrava
Disponível para mudar as coisas cá neste recinto...
Fome era muita... mas sobretudo para alguns
Mas havia muita gente que não tinham nenhuns
Recursos disponíveis desde muito pequenino...
A agitação era a geral e o Pais viva em dificuldades
O povo estava cansado dessas irresponsabilidades
E daí resultou esta ideia da carabina ao Aquilino..
João Brito Sousa
A CARABINA DO AQUILINO
Se ele a usasse era para limpar o cebo ao Salazar
Que nesse tempo era um patife e fazia-nos sofrer
Os mais progressistas mandava-os ele a todos matar....
Era um terror essa desgraçada forma de se viver...
Lá que dava vontade de comprar a carabina, dava...
Porque a situação era de grande aperto de cinto.
E de entre os políticos ninguém se encontrava
Disponível para mudar as coisas cá neste recinto...
Fome era muita... mas sobretudo para alguns
Mas havia muita gente que não tinham nenhuns
Recursos disponíveis desde muito pequenino...
A agitação era a geral e o Pais viva em dificuldades
O povo estava cansado dessas irresponsabilidades
E daí resultou esta ideia da carabina ao Aquilino..
João Brito Sousa
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