sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

AOS COSTELETAS

POTO, 208.02.29


POEMA

Pergunto-vos se neste blogue já navegaram?..
Se sim, então aproveitem e perguntem aqui
Pelos velhos colegas que nunca mais viram
Esperando que eles digam que estão aqui ou ali

Façam assim: ó Manuel de Sousa Lima de Salir
Onde é que estás e o que é que fazes agora?
Anda daí Manel, vê lá companheiro, se podes vir
Vamos comemorar os belos tempos de outrora

O Manel é do tempo do Godofredo POEIRA
Parece-me até que foram parceiros de carteira
E certamente que gostariam de se encontrar...

Por isso ó GODOFREDO toca a escrever aqui
Uma coisa mais ou menos assim: nada sei de ti
Ó Manel, aparece que temos muito que recordar.

JOÃO BRITO SOUSA

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

FOSTE TU QUE VIESTE

PORTO, 2008.02.27


FOSTE TU QUE VIESTE

AMIGO.. Fizemos tudo para bem te receber
Queremos te sintas bem em nossa companhia
Se tiveres uma historieta gira podes escrever
E manda que publicaremos nesses mesmo dia

JAIME REIS, ou Jaime Cabrita Reis, é igual
A malta aqui é porreira.. vais reparar nisso!
Tenho a certeza ó Jaime, que os ares do jornal
Te vão ajudar a viver melhor.. por isso

Diz qualquer coisa quando te apetecer ...
E assim vamos recordando para o que der e vier
Estamos contentes e ainda bem que apareceste

Foste tu que tomaste a iniciativa; como tal
Fica bem porque aqui ninguém te trata mal
E ainda bem amigo que foste tu que vieste


João Brito Sousa

MINHA AMIGA MORENA

PORTO, 2008.02.27

MINHA AMIGA MORENA

Olhei para ti na esperança de te encontrar
E fiel ao meu sentido de visão consegui...
Ver que tinhas todas as condições para amar
E gostei mesmo muito daquilo que vi em ti...

Não tenhas pena de ser quem és; és assim
Será que não encontras harmonia dentro de ti?
Tens tudo em su sítio para acreditar que sim
Por isso faz a trouxa, larga tudo.. e anda daí

Trás apenas a tua métrica e mais nada
O resto a gente consegue tudo na estrada
Da vida ou na outra; não a mais pequena !

O que queremos é honradez .. e amizade
Perfeita sintonia e desejo de solidariedade
Para mim e para ti ó minha amiga morena.

João Brito Sousa

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

O TEU ROSTO

PORTO, 2008.2.26

O TEU ROSTO

Como na canção deixa-me imaginar...
Como será harmonioso todo o teu ser
Desde a suavidade e beleza do teu olhar
Até aos calcanhares lindos de morrer

Se por fora imagino-te de total frescura
Por dentro serás ainda de mais qualidade
Mas como nos dias de hoje nada perdura
Tudo é transitório.. mas fica a amizade

Que tenho dentro de mim para te oferecer
E já agora quero aproveitar para te dizer
Que me vais encontrar aqui no meu posto

Às manhãs a fazer um soneto para ti
Porque através dos teus poemas senti
Quão delicioso será beijar o teu rostto.

João Brito Sousa

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

JANGADA

PORTO, 2008.02.26

JANGADA

Procuro resposta para dar a esse barco...
Ou será que a minha dúvida é a viagem?
No meu horizonte tudo quanto abarco
Nada vai mais além do que a miragem...

Jangada ... transporta-me para o ALÉM
Porque aqui já não temos soluções
Eu quero sair por não me sentir bem
Eu quero saber se há mais civilizações.

Porque alguém tem de nos dizer sim
Aqui já não se pode viver mais assim
É triste.. mas a vida não vale nada

Se não houver alguém valente e forte
Que nos guie e nos traga o vento norte
Para nos levar a bom porto na jangada.

João Brito Sousa

sábado, 23 de fevereiro de 2008

PARA TI

PORTO, 2008.02.22

PARA TI

Eu disse-te vem ver e tu vieste de seguida
Talvez tenha sido a curiosidade que te fez ir.
Talvez pensasses mesmo na tua causa perdida
Ou talvez quisesses apenas para mim sorrir

Seja como for.. vieste e gostaste à primeira
E escreveste isso na margem dum certo espaço
E querendo-te jovial e feliz e liberta da asneira
Que te manteve até essa situação de cansaço. .

Aqui te aconselho e peço que olhes em frente
Apenas isso... porque é o que faz toda a gente
Quando o mar encapela e as velas têm de subir..

O resto é fácil... o mar voltará a acalmar
No teu jardim as anonas voltarão a vingar
E serás feliz porque o amor voltará a sorrir.

João Brito Sousa

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

PARA ME INSPIRAR

PORTO, 2008.02.22

PARA ME INSPIRAR

Abro um dos diários de Torga e leio
Um poema .. e fico com a certeza
Que só amando muito é que não odeio
Esse poema que li sobre a natureza

Eu quero-te amar ó meu velho poeta
Eu queria ter por ti tal consideração
Que me ajudasse a esquecer essa treta
Da minha poesia te ganhar em inspiração

Logo a ti... que sabes tudo da arte...
E que és um poeta em qualquer parte
No Continente, ilhas, ou noutro lugar

Meu velho poeta.. quando recorro a ti...
Poesia mais bela que a tua ainda não li
E.. leio tudo cm prazer para me inspirar

João Brito Sousa

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

ACORDO ORTOGRÁFICO

Porto, 2008.02.19


ACORDO ORTOGRÁFICO

Num acordo é o diabo... às vezes perdemos
E se é de ortografia, ai... ai... ainda é pior
Vamos ter de esquecer o que aprendemos
E o que sabíamos vai desta p’ra melhor.

Tanta excepção, omissão e casos especiais
Que tornam a aprendizagem insuportável
E tudo isto torna a vida chata até de mais
Quando queremos é uma vida agradável.

Ó governantes da porra acertem lá o passo
Façam uma mudança séria nesse espaço
Para que toda a gente se sinta feliz e bem.

A escrita agradece que carinhosamente
Respeitem a única forma que está vigente
De nos comunicarmos e ouvirmos também

João Brito Sousa

sábado, 16 de fevereiro de 2008

A QUEM?

PORTO, 2008.2.16

A QUEM?

Há qualquer coisa em mim para dizer......
E sinto uma grande necessidade da poesia
Sinto que tenho necessidade de responder
A quem?... talvez a quem não queria....

Vem de longe esta sensação semi vaga
Não sei bem o que é ... talvez querer
Se pensar... talvez o meu coração traga
Resposta para essa sensação de não saber

O que tenho e o que quero e o que sou
Apenas sei que estou aqui e alguém levou
Essa minha necessidade de querer saber

Confuso.... penso na felicidade e na morte
Não sei se sou um homem de azar ou sorte
Momento desgraçado melhor é esquecer...


João Brito Sousa

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

S. BRÁS EM POEMA

PORTO, 2008.02.15


S. BRÁS EM POEMA

S. Brás de Alportel em poema é um sonho
Que teimo em realizar quando acordo
Uma Terra linda e de futuro risonho
Que das visitas que lá fiz sempre recordo

As aldeias dos arredores que aconselho
A que façam uma visita durante o dia.
E extasiem-se com a Cabeça do Velho
Com o típico moinho movido pela ventania

Mas há mais locais lindos para lá ir
Como os povoados no alto para subir
Ficando-nos a sensação que o tempo para

Ó S. Brás de Alportel onde sempre regresso
Sinto orgulho daquilo que de ti conheço
E és para mim uma peça de museu rara......

POESIA DE ANTERO

PORTO, 2008.02.15

POESIA DE ANTERO

Ó meu poeta de ideias claras e primaveris !....
Ò HOMEM grande na alma e na bondade.
Que na tua poesia puseste os pontos nos iis
Deverias ser eterno e ficar para a prosperidade

Ó Homem, ó poeta, ó socialista, ó ideólogo...
Ó combatente das ideias e da liberdade..
Tu que quiseste resolver na hora e não logo
E foste um lutador pela justiça e pela verdade

Deixaste-nos a semente porque não venceste
Mas deixa lá... foi para essa luta que nasceste
E cá estamos para perpetuar a tua passagem.

E dizer a todos aqueles que te não conheceram
Que a ti ANTERO eles ainda não venceram
E por isso te rendemos aqui a nossa homenagem

João BRITO Sousa

A NOSSA VIDA

PORTO, 2008.02.14

A NOSSA VIDA

Hoje de manhã quando sorriste e me olhaste
Com os teus olhos azuis da cor do mar
Pensei... meu amor, ainda bem que acordaste
Quero-te dar um beijo agora, para conquistar

Essa grande mulher e grande companheira
Que sempre foste e hás-de continuar a ser.
Porque estou contigo para a vida inteira
Firme, aconteça entre nós o que acontecer

É por isso, querida, que... daqui do meu posto
Onde passo os dias a fazer aquilo que gosto
Te envio, com amor, um sorriso de perdição ...

Nada é mais belo do que estar bem contigo
Passeando pelas avenidas da vida sem perigo
Como fazemos sempre... com a mão na mão...

João Brito Sousa

sábado, 9 de fevereiro de 2008

FOI A FRANCÊS

PORTO, 2008.02.10


FOI A FRANCÊS...


Ó Tavares, lembras-te daquela vez
Em que eu e uns quantos pedimos
Para fazeres o ponto de Francês?...
Grande foi a vitória ..conseguimos

A última janela devia ficar aberta
Era na aula do Proença vejam bem!
Estava tudo preparado e um alerta
Para te dizer o que o teste contém.

E tu Jorge que eras de actos resolutos
Resolveste o teste em vinte minutos
E... pela mesma janela veio a resolução.

Houve um que teve catorze; eu tive dez
Hoje voltaria a fazer o mesmo outra vez
Foi um momento de enorme satisfação

João Brito Sousa

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

A UMA COSTELETA

PORTO, 2007.02.06

DESAFIO

A UMA COSTELETA

A senhora que é costeleta mais nova
Diga-me lá o que acha da orientação
Que estamos a dar ao blogue.. aprova?...
Ou como o estamos a fazer diz não!...

Espero receber uma história sua
Para eu publicar aqui no jornal
Pode ser a serenata à luz da lua
Que lhe cantaram às quatro e tal!..

Naquela noite, luarenta, de madrugada
Que só dava romântico e mais nada
E para isso o rapaz tinha muito jeito

Conte-me essa história de amor...
Diga-nos o que sentiu por favor
Para nós supormos o que terão feito...

João Brito Sousa

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

UMA POESIA

Porto, 2008.01.30

UMA POESIA

É o que preciso.... `a noite, de manhã ou à tarde ...
Um poema que me abra os horizontes e me leve!..
Sem poesia na minha vida o meu coração não arde
Está naquela morna quietude que sempre esteve..

É preciso que um barco entre na barra a soluçar...
Que agite... e o patrão diga que alguém não voltou !
Porque tudo é belo mesmo que se morra a chorar
Depois é que se sabe se agora é que tudo começou...

E para que é que é preciso saber.. melhor é nada ...
Só preciso de ti ó poesia.. vem.. vem de abalada
E deixa correr o marfim nada se perderá nesse dia!.

O mundo está em vias de extinção.. está dividido
Se bem que eu me convença que nada está perdido .
Sinto-me à deriva se me faltar o espaço para a poesia..

JOÃO BRITO SOUSA

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

poema

Porto, 2008.01.29

AMIGO

Não metas mais balas no cano e não dispares!...
Não faças ao teu irmão... o que não gostarias...
Que te fizessem a ti .. porque ao não gostares
Contribuirás para o aparecimento de novo dia..

Que terá de vir porque não é com esta atitude
Que se fomentam a fraternidade e solidariedade
Só queremos o homem que com sabedoria mude
Toda esta monstruosa e miserável mentalidade


Porque a guerra nada resolve, não... ó camarada
Pensa bem, se trocares a espingarda pela enxada.
Podes sentir-te mais realizado.. mais homem..

E à tua vós de comando para dar ao gatilho..
Muda-lhe a rota... trata os canhões com a um filho
Sentir-te-às muito mais feliz amando alguém...

João Brito Sousa

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

POEMA

PORTO, 2008.01.28


NÃO HÁ OUTRO DIA

Todos os dias são hoje... não há amanhã...
Não interessa viver amanhã quem o hoje tem
Porque se viver exige corpo são em mente sã
Vivamos o hoje o melhor que nos convem...

Não há futuro.. porque o desconhecemos
Não há nada a não ser o agora presente
E é apenas no silêncio que reconhecemos
Que temos talvez medo de nos sentir gente..

Porque apesar da rota já nos vir traçada
Podemos aceitar a vida ou não aceitar nada
Podemos também fazer o que se não queria!..

Mas a fazer é pensar em fazer agora ..
Com a alma do poeta que escreve e chora
Mas tem que ser hoje .. não há outro dia.

João Brito Sousa

domingo, 27 de janeiro de 2008

POESIA.

E O MUNDO PAROU PARA VER.


Se quiseres saber quem sou.. vem visitar-me!...
Talvez desse encontro a minha musa se inspire
E veja em ti a beleza para numa barca levar-me
Para ficar sempre junto a ti e daqui me retire...

Porque olhando para ti fixando-me no teu olhar
Percebo os teus medos, aspirações e anseios ...
Que brotam do teu desejo e vontade de me amar
E me levam a tentar querer - te por todos os meios

Porque querer-te amar-te... é sairmos daqui!...
E irmos para outro lugar longe donde sempre vivi
Onde haja barcos no mar e campos a florescer!...

E onde a natureza acolha de mãos dadas o amor
Que jurámos um ao outro possuí-lo em vez da dor
Que nos deixou e de felizes o mundo parou para ver.

João Brito Sousa

POESIA.

UM BOM DOMINGO

Para os Costeletas todos em todo o lado
Um domingo com passeio `a beira mar ....
É o ideal depois de se ter bem almoçado,
Dar um passeio a pé para descongestionar.

Mas lembrem-se que temos reservado
Aqui na net para contarmos recordações
Um espaço que precisa ser alimentado
Com historietas recheadas de emoções

Da juventude já ausente mas inesquecível
E do antigamente recordemos o possível
Somos ainda moças e moços endiabrados!...

No 8 de Junho lá estaremos no almoço anual
Em Vilamoura, no Hotel D.Pedro Golf, o ideal
E vamos encontrar todos aqueles marafados...


João Brito Sousa

sábado, 26 de janeiro de 2008

POEMA

Porto, 2008.01.26
A EMOÇÃO DE O DESCOBRIR

Quando estiveres disponível para receber
Toda a minha força que sabes tenho para ti
Nessa hora... nesse momento passas a ser
O elemento perturbador por quem me perdi..

O céu pode ser azul ou não nesse momento
A Lua pode estar apagada e o sol também
Mas se tu existires acabou o meu sofrimento
E haverá luz para mim e para mais alguém..

Luz para todos ... seria o mais desejável
Para nós todos isso seria o mais agradável
Ter luz... era isso o que nos bastava possuir.

O resto far-se-à andando... convictamente
Com a certeza que o amor é um acontecimento
Nobre e resultado da emoção de o descobrir

Jão brito Sousa

POEMA

LUÍS... DEIXASTE-ME MUITO TRISTE

Porque raio te foste embora.. ó meu caro LUÍS!...
Para mim tu eras daqueles que ficarias eternamente...
E tens apenas uma atenuante se foi Deus que quis..
Levar-te, ó amigo tão cedo do convívio da gente!..

Mas devias pedir um adiamento ó Luís Cunha
Porque todas as coisas têm um momento para se fazer...
Recebeste a ordem de Deus e será que Ele dispunha
Para te levar para a outra margem da vida sem nos dizer.

Luís Cunha .foste agora é porque voltarás um dia.
Não tenhas medo de nada caro amigo a morte é ironia
E tu Luís que foste um amigo.. continua... persiste...

Mas não devias ter deixado iludir-te ó camarada...
Às vezes procuramos por nós e não encontramos nada
Mas essa de te ires embora LÚIS, deixou-me triste.

João Brito Sousa

POEMA

QUANDO EU TE VEJO

Na encruzilhada dessas ruas que se cruzam ..
E que te oferecem saídas diversas e talvez derrotas
Onde os meus olhos não desistem e por ti labutam
E tu sabes bem disso porque neles tão bem notas

Que eu quero fazer estes versos para os levar a ti
E ajudar-te a escolher a saída mais acertada
A melhor saída não é a que chora mas a que ri
E é dessa saída que eu quero fazer-me à estrada.

Correr montes e vales... dormir nas eiras ... desnudado
Para que compreendas que de nós dois eu sou o amado
E o resto não conta para nada nesta nossa filosofia...

O que conta é saber se tu queres .. se tu dás .. se tu aceitas
Se queres dormir comigo a noite inteira ou se me rejeitas
Quer digas sim quer digas não.. o amor será sempre poesia.!...


João Brito Sousa

POESIA

DOS QUE HOJE FAZEM ANOS

Dos que hoje fizeram mais um ano...
Conheço o primeiro e o último bem...
Ao Honorato e ao Bartolomeu Caetano
Desejo um dia bom e saúde também.

E aos outros costeletas igualmente desejo
Apesar de não os conhecer....felicidades!..
Se forem mais novos... como eu os invejo
Mas devemos andar aí pelas mesmas idades...

De uma maneira ou de outra um abraço.
De parabéns a todos porque eu também faço
No fim do ano mais um...já sou dos antigos ...

Mas o dia é vosso e nele ninguém se meta
Deixem-me enviar uma saudação costeleta
A todos vocês caros colegas e bons amigos..

João Brito Sousa

sábado, 19 de janeiro de 2008

POEMA

A TODOS OS MEUS AMIGOS

POR ISSO TE CONSIDERO MEU AMIGO

A todos os meus amigos envio um abraço...
De saudação fraterna.. de paz e amizade
Que respeitem a vida e façam como eu faço
Que pretendo vivê-la com qualidade...

Porque eu penso que só assim interessa
Preencher essa vertente da nossa passagem
Porque estou convencido que a vida só começa
Quando deixamos para trás esta paisagem

Onde nem sempre a amizade funcionou e esteve
E ... se sim... às vezes foi numa situação breve
Que conduziu a muitas situações de perigo....

Mas com o amigo DIOGO COSTA SOUSA
A vida é realmente uma outra cousa
Por isso meu caro te considero meu amigo.

João Brito Sousa

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

POESIA

O LUÍS CUNHA MORREU...


Ainda ontem pensava em telefonar-lhe...
Queria saber dele .. no todo e em particular...
Como ia a sua saúde queria perguntar-lhe...
Queria saber se estava em casa ou a passear...

Não o fiz.. errei... mas devia tê-lo feito!...
Porque o Luís gostava daquilo que eu escrevia...
E eu queria ir vê-lo.. mas agora só no leito...
Deitado sempre .. como vou eu esquecer este dia!..

Perdoa-me ó Luís Cunha ... foste tu que me disseste
Que não me conhecias mas que os meus pemas leste
E gostavas .. mesmo desconhecendo quem era eu.....

E só porque ontem eu não fui perguntar por ti.....
Resolveste caro amigo Luís desaparecer daqui
Mas terá sido mesmo o Luís Cunha que morreu.?...


João Brito Sousa

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

POESIA

O ANIVERSÁRIO D VICE

Ó Isabel ... tu estás linda .. não admira....
É que... se os anos passaram por aí
E estás como no 5º ano da Drª Almira
É que o ROGÉRIO tem cuidado bem de ti

Deixo um brinde para ti.... a aniversariante!...
Que contes muitos como geralmente se diz...
E que sejas a mesma mulher daqui em diante
Porque se nota que são um casal muito feliz.

É este o meu grande desejo e voto sincero
Como amigo do casal, é isso, que quero
Nesta margem é o que importa....alguém disse..

Não aos luxos.... felicidade sim e .. bem estar.
É isso o que me ocorre e ao casal manifestar
Toda a minha alegria pelo aniversário da Vice.!..

JOÃO BRITO SOUSA

sábado, 12 de janeiro de 2008

POEMA A UM AVÓ

MAIS UMA VEZ AVÔ


E questionas tu ó Daniel... acaso as penas do amor...
Viessem antes do gozo ninguém amaria nunca!
Talvez fosse... mas de certeza a vida não teria a cor
Nem a força que tem .. talvez fosse uma espelunca!...

Repara em ti agora amigo...mais uma vez avô!...
Foste tu o causador dessa força nova que veio.
E estamos eu e tu, em plano igual; avô também sou...
E queria dizer-te amigo que não deves ter receio

Nem do dia de hoje nem do que há-de vir amanhã...
Porque todos os dias deixas a honra da tua mente sã
Espalhada nos teus maravilhosos escritos; nosso guia!

Ser avô uma vez ou cem .. é a chegada de mais uma flor
Penso que é assim que deves pensar ó grande escritor
Coisa que tu já és e eu gostaria muito de ser um dia....

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

POESIA

CADA OVELHA BUSCA A SUA PARELHA....


Quando era puto, gostava muito de ver aquilo...
O Venceslau atrás a conduzir o rebanho mais o cão.
Eh ovelha ai ó.... e lá ia uma pedrada de meio quilo
Para levar o gado ao caminho e a pastar na região..

Ao sábado não havia rebanho ... ia ao cinema
Ele que não sabia ler nem escrever... só via...
O Cantinflas e o Errol Flyn.. qual é o problema
Cenas cómicas e de porrada que diz que percebia.

Ó rebanho da minha aldeia que às tardes passavas...
E eu à janela via-te ó Venceslau quando atiravas
Com a funda ao gado e lá fazias com que a ovelha

Voltasse à ordem e ao rebanho... e lá ia ela
Ah como eu gostava de voltar à minha janela
E levar-te amor como o pastor leva a ovelha.

João Brito Sousa

sábado, 5 de janeiro de 2008

A UM AMIGO

PORTO, 2008.01.05


A UM AMIGO


Ouve-se sempre o que tem para nos dizer....
E mesmo que ele diga que não nos entende
Se é amigo.. fica connosco até perceber .
Que estamos, mas não como ele defende.

Só conheço uma maneira de estar.. sabias!...
É de cabeça erguida e olhar em frente ..
Este poema é para ti ó MM que dizias...
Não te chateares com a eleição do Presidente

Recordas-te ó MM ... lista única.. dizia –te eu ..
E tu não querendo saber disso ..mas aconteceu
O que é estranho porque ambos queremos igual...

Mas agora por eu te dizer não,. de não gostar
Vê lá o que pensaste...que te estava a insultar
Não é nada disso.. mas deixa lá não faz mal.

João Brito Sousa

AO POETA ROBERTO AFONSO

PORTO, 2008.01.05


QUERO QUE....

O POETA ROBERTO AFONSO se erga e diga....
“Sou eu o maior poeta da minha geração!...”
Porque é uma possibilidade e talvez ele consiga
Demonstrar que a sua poesia entra no coração,

De toda a gente... no próprio, no meu e no de todos
Porque o poeta autêntico é nosso e a nós pertence
E ROBERTO AFONSO... tu, que tens energia a rodos
Crê que não és um perdedor mas homem que vence.

ROBERTO... vem daí comigo e vamos a casa do Esteves
Vamos lá matar o porco e voltaremos mais vezes
E se for preciso.. bebamos... sempre... mais e mais...

Não tem mal nenhum isso... às vezes é indispensável
Deixemos de lado essa mania de ser bonito e agradável
E manda tudo à merda para ver se dessa estadia sais...